OAB da Paraíba entra com representação contra jovem que teria praticado racismo pelo Twitter

A Ordem dos Advogados do Brasil na Paraíba (OAB-PB) entrou com duas representações, no Ministério Público e na Polícia Federal, solicitando a abertura de processo e inquérito policial contra um jovem que postou um vídeo no qual aparece fazendo críticas que o órgão considerou ofensivas à Paraíba.

Esta é a chamada da notícia que explica os atos do jovem, que teria feito diversas críticas aos motoristas da Paraíba, dizendo ainda que lá não há mulheres, mas sim está “cheio de veados passeando na beira da praia”.

O jovem nega racismo e alega liberdade de expressão.

Veja notícia original: http://g1.globo.com/brasil/noticia/2011/06/justica-federal-abre-processo-contra-suspeita-de-ato-racista-no-twitter.html

Relembrando nossas aulas:

Sem emitir opinião sobre o caso em questão, em linhas gerais, temos que fazer valer o nosso direito, mas com responsabilidade: Liberdade com responsabilidade de expressão.

A Constituição Federal garante a liberdade de expressão, mas veda o anonimato justamente porque temos que assumir nossos atos. Não podemos em nome da liberdade de expressão invadir o direito do próximo e cometer crimes de calúnia, injúria, difamação, ameaça, preconceito, etc.

Cristina Sleiman

Empresas americanas usam redes sociais para contratar profissionais

Exatamente o que muitas vezes conversamos em sala de aula e lembro a vocês

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que isso não é exclusividade dos EUA, no Brasil, muitas empresas também buscam seus profissionais nas redes sociais ou pelo menos fazem uma consulta antes de contratá-los.

O objetivo é verificar se o perfil do profissional se encaixa com o perfil esperado e com a missão da empresa.

O problema é que algumas pessoas banalizam sua participação em redes sociais como Orkut e Facebook, utilizam de forma irresponsável, com fotos inadequadas e depois, quando não são chamados para determinado emprego, nem imaginam o motivo.

E tem mais, é possível até perder o emprego dependendo de suas atitudes online, por exemplo, ao divulgar informação confidencial da empresa, etc.

Atenção pessoal, em breve vocês também estarão no barco profissional, e para ter uma carreira de sucesso sempre foi e será preciso muito esforço e dedicação.

O título desta publicação refere-se à matéria veiculada no Olhar Digital.

Cristina Sleiman – contato@sleiman.com.br

Pesquisa mostra que crianças no Ensino Fundamental cometem crimes online

Uma pesquisa feita pela Rochester Institute of Technology com 40.079 alunos de 14 escolas diferentes mostra que é mais ocorrente o fato de crianças cometerem crimes online do que serem vítimas de crimes online. Os principais crimes reportados foram bullying, troca de imagens inapropriadas, download de vídeos e músicas ilegalmente (sem pagar direitos autorais) e entram nas contas de outros (hacking).

O problema maior aparece em crianças entre 6a e 8a séries (7o a 9o anos), onde 45% relatam ter cometido algum crime, enquanto que 39% relatam ter sido vítimas.

Leia a reportagem completa (em inglês) em http://www.democratandchronicle.com/apps/pbcs.dll/article?AID=/20080618/NEWS01/806180339/1002/NEWS.

Por isso é tão importante refletirmos sobre nossas ações quando estamos na Internet. O mundo virtual dá a ilusão de anonimato, mas será que isso significa permissividade para fazer tudo que desejamos, sem pensar no bem do outro?